Ginecologia
Prevenção e cuidado com a saúde íntima, da adolescência à menopausa.
- Consultas de rotina e rastreamento
- Contracepção e planejamento reprodutivo
- Alterações do ciclo e dor pélvica
- Climatério e menopausa
Ginecologia e Mastologia
Um espaço para falar sobre você, entender seu corpo e cuidar da sua saúde. Com escuta, informação e atenção à sua história.

Médica · CRM-MG 64149
Ginecologia e Obstetrícia · RQE 46111
Mastologia · RQE 53021
Da prevenção às novas fases, um cuidado por inteiro.
Encontre o seu cuidadoEspecialidades
Cada fase traz perguntas diferentes. O acompanhamento parte do que você precisa, respeitando suas escolhas e seu tempo.
Prevenção e cuidado com a saúde íntima, da adolescência à menopausa.
Atenção às mamas com avaliação individual, prevenção e investigação de alterações.
Orientação para planejar a gestação e acompanhamento ao longo dessa transformação.
Sua história, suas dúvidas e suas escolhas fazem parte do cuidado.
Conheça a médica
Ginecologista e mastologista, com formação pela UFMG e pela Rede Mater Dei de Saúde. Atua também em Obstetrícia. Uma trajetória dedicada à saúde da mulher, com atualização contínua em saúde mamária e diagnóstico por imagem.
No encontro entre conhecimento e acolhimento, o cuidado ganha espaço para ouvir, explicar e construir decisões junto com você.
Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS)
Pouso Alegre, Minas Gerais.
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Residência médica pelo MEC.
Rede Mater Dei de Saúde. Residência médica pelo MEC, de 01/03/2018 a 29/02/2020.
O encontro começa com você
Escuta
Traga suas dúvidas, seus sintomas e o que você espera da consulta. Não é preciso ter todas as respostas para começar.
Informação
Exames e tratamentos devem fazer sentido para você. Conversar sobre possibilidades é parte do cuidado.
Continuidade
Necessidades mudam ao longo da vida. O acompanhamento considera seu momento e seu histórico de saúde.
Dúvidas frequentes
Respostas para perguntas que merecem uma conversa tranquila.
Fale com o consultórioNem sempre. O intervalo depende do exame e dos seus resultados anteriores. Para mulheres de risco habitual, o rastreamento é dirigido à faixa de 25 a 64 anos, após o início da atividade sexual.
Com o teste de DNA-HPV, um resultado negativo geralmente permite repetir em cinco anos. Onde o teste ainda não está disponível, o Papanicolaou costuma ser repetido a cada três anos, depois de dois exames anuais normais. Resultados alterados e algumas condições de saúde exigem outro acompanhamento.
O intervalo do preventivo não determina a frequência de todas as consultas. Sintomas devem ser avaliados quando aparecem.
Referências: INCA · Rastreamento do colo do útero
Essa decisão considera idade, histórico familiar e risco individual. As recomendações não são idênticas: a Sociedade Brasileira de Mastologia orienta mamografia anual a partir dos 40 anos; no SUS, o rastreamento de rotina é a cada dois anos dos 50 aos 74 anos, com acesso dos 40 aos 49 após orientação e decisão compartilhada.
Na consulta, conversamos sobre benefícios, limitações e possíveis exames adicionais. Se você perceber um nódulo ou outra mudança, procure avaliação em qualquer idade, sem esperar a próxima mamografia de rotina.
Referências: SBM · Recomendações para mamografia · INCA · Orientação atual do SUS · INCA · Avaliação de alterações nas mamas
Algum desconforto pode acompanhar a menstruação. Mas dor que impede trabalhar, estudar ou fazer suas atividades merece atenção — você não precisa simplesmente conviver com ela.
Cólicas que pioram, sangramento diferente do habitual ou dor na relação sexual podem precisar de investigação. Há várias causas possíveis, incluindo endometriose, adenomiose e miomas. Se a dor for muito intensa ou diferente do habitual, procure atendimento com mais rapidez.
Referências: NHS · Dor menstrual
Não necessariamente. Muitos nódulos são benignos, como cistos e fibroadenomas. Ainda assim, todo nódulo novo deve ser avaliado: o toque sozinho não permite saber a causa.
Conforme o exame e seu histórico, podem ser indicados ultrassom, mamografia e, em algumas situações, biópsia. Também merecem avaliação mudanças na pele, retração do mamilo ou secreção com sangue. Evite adiar a consulta por medo ou por não sentir dor.
Referências: NHS · Nódulos mamários
O DIU de cobre é um método sem hormônios, com eficácia superior a 99%. Ele pode oferecer proteção por vários anos, de acordo com o modelo, e a fertilidade retorna após a retirada.
Não é a melhor escolha para todas as pessoas. Seu histórico de saúde e suas preferências ajudam a decidir. Ele não protege contra infecções sexualmente transmissíveis; o preservativo continua importante para essa proteção.
Referências: NHS · DIU de cobre
Não. A decisão é individual e considera os sintomas, seu histórico de saúde e suas preferências. Há tratamentos hormonais e não hormonais para ondas de calor, desconforto íntimo e outras queixas.
O tipo de tratamento também depende de fatores como a presença do útero e a fase da menopausa. Produtos vendidos como naturais não são automaticamente seguros. Uma consulta ajuda a escolher uma opção adequada e acompanhar seus efeitos.
Referências: NHS · Tratamento da menopausa
A dor isolada raramente está relacionada a câncer. É comum que varie com o ciclo menstrual; medicamentos e outras condições também podem causar sensibilidade.
Procure avaliação se a dor persistir ou não melhorar, especialmente se houver nódulo, secreção ou mudança na pele. Dor acompanhada de febre, vermelhidão ou aumento de volume precisa de atendimento mais rápido, pois pode indicar inflamação ou infecção.
Referências: NHS · Dor nas mamas
Pode mudar. Ter casos na família não significa que você desenvolverá a doença, mas ajuda a avaliar seu risco. Informe quem teve câncer e a idade do diagnóstico, incluindo familiares dos lados materno e paterno.
Em determinadas histórias familiares, pode ser indicada avaliação genética e um plano de acompanhamento diferente. Testes genéticos não são necessários para todas as pessoas: a indicação deve ser discutida em uma avaliação individual.
Referências: National Cancer Institute · Hereditariedade e avaliação genética
Procure atendimento assim que descobrir ou suspeitar da gravidez. O ideal é iniciar o pré-natal ainda no primeiro trimestre, preferencialmente até a 12ª semana.
Esse acompanhamento permite avaliar sua saúde, identificar necessidades da gestação e organizar os próximos cuidados. As consultas ficam mais próximas conforme a gravidez avança, e a frequência pode mudar de acordo com cada caso.
Referências: Ministério da Saúde · Pré-natal
Em uma gestação sem complicações, manter-se ativa costuma ser benéfico. Caminhada e outras atividades adaptadas podem fazer parte da rotina, respeitando seu condicionamento e as orientações do pré-natal.
Se você era sedentária, comece aos poucos. Evite exaustão, calor excessivo e atividades com impacto ou risco de queda. A intensidade deve permitir conversar durante o exercício. Sua obstetra pode indicar adaptações quando houver alguma condição específica.
Referências: NHS · Exercícios na gestação
Não interrompa um tratamento prescrito por conta própria. Alguns medicamentos precisam ser ajustados, mas parar de repente também pode trazer riscos para você e para a gestação.
Avise o profissional que acompanha você assim que souber da gravidez — ou antes de começar a tentar. Informe todos os medicamentos, suplementos e produtos naturais que utiliza. Antes de tomar algo novo, mesmo sem receita, confira se é adequado para essa fase.
Referências: NHS · Medicamentos na gravidez
Sim. A consulta antes da gravidez é uma oportunidade para revisar sua saúde, doenças prévias, medicamentos e hábitos. Também é o momento de conversar sobre suplementação, incluindo ácido fólico, e os cuidados necessários antes de engravidar.
Parar de fumar, evitar bebidas alcoólicas e cuidar da alimentação fazem parte desse planejamento. Se você usa medicamentos ou tem uma doença crônica, procure orientação antes de iniciar as tentativas, sem suspender tratamentos sozinha.
Referências: NHS · Planejamento da gravidez
Conteúdo educativo com referências consultadas em setembro de 2026. As respostas não substituem uma avaliação individual. Em situações urgentes, procure um serviço de saúde; não aguarde resposta pelo WhatsApp.
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